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06/04/2013
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Cronologia Histórica da UNAM Lista Cronológica de Reitores da UNAM
  • Antecedentes

  • 1910

  • 1920

  • 1930

  • 1940

  • 1950

  • 1960

  • 1970

  • 1980

  • 1990

1930

Em 5 de Fevereiro, o novo presidente da República, o engenheiro Pascual Ortiz Rubio tomou posse. A Secretaria da Educação foi liderada por Narciso Bassols. A Universidade homenageou Portes Gil. Foi celebrado em Monterrey o VII Congresso Nacional dos Estudantes. O diretor da Escola de Belas Artes, Diego Rivera, renunciou depois de um conflito na escola e no seu lugar foi nomeado Vicente Lombardo Toledano.


Em Julho foi aprovado o regulamento da Comissão da Fazenda e Administração, cuja função era elaborar o orçamento da Universidade. Foram realizadas gestões para construir a Cidade Universitária. O presidente concordou com a aquisição de terrenos nas Lomas de Chapultepec.


Em Novembro foi aprovado o Regulamento sobre a Nomeação dos Professores Universitários, no qual foram estabelecidas as categorias do corpo docente. Em Dezembro foi aprovado o Regulamento de Extensão Universitária, cujo objetivo era oferecer conhecimentos a quem não podia estudar na Universidade. O ano concluiu-se com a inauguração do Primeiro Congresso Latino-americano de Estudantes.  

1931

Dentro da Faculdade de Filosofia e Letras criaram-se as divisões de Ciências Biológicas, de Filosofia e Letras, de Física Matemática e de Ciências. Aprovaram-se, dentro da Escola Nacional de Ensino Médio, os bacharéis especializados em arquitetura, jurisprudência, medicina, odontologia, engenharia e ciências químicas.


A partir deste ano era obrigatório apresentar um exame médico para ingressar na Universidade. O reitor, ao expor a situação financeira da Universidade, propôs um aumento das cotas para compensar a diminuição do subsidio federal. A proposta foi recusada.


A Universidade recebeu donativos de empresas dentre as quais se destacou a de Águas de Tehuacán. Estabeleceu-se o regulamento de incorporação de escolas. O químico Roberto Medellín era o secretário geral da Universidade.

1932

A presença do general Plutarco Elías Calles na política nacional criou uma grande tensão entre ele e o presidente da República, de tal forma, que em setembro, depois da apresentação do relatório anual ante o Congresso da União, Ortiz Rubio renunciou.

O general Abelardo L. Rodríguez foi nomeado presidente substituto. Roberto Medellín passou a ser o novo reitor da Universidade. Vicente Lombardo Toledano foi nomeado, ante os protestos dos estudantes, diretor da Escola Nacional de Ensino Médio.
1933

Na Universidade entraram em vigor novos regulamentos. Por uma parte, aprovou-se a lei que dava passe automático dos estudantes ao grêmio, por outra, concordaram em regulamentar a concessão de bolsas de estudo de acordo com o aproveitamento e a situação econômica dos estudantes. Também aprovaram os regulamentos de Auditoria e de Bibliotecas da Universidade.


Houve uma nova crise, que trouxe consigo a renúncia do reitor e do secretário geral. Em Outubro, foi publicada a nova Lei Orgânica da Universidade. A nova Lei, também conhecida como Lei Bassols, estabelecia que o Estado abdicava-se do compromisso de subsidiar a Universidade. Foi suprimido da Instituição o qualificativo de "nacional", para ficar Universidade Autônoma do México.

O licenciado Manuel Gómez Morín foi o encarregado interino da reitoria e seria nomeado reitor em novembro. Aconteceu o Primeiro Congresso de Universitários Mexicanos.

Entre as conclusões finais do congresso ficou demonstrado que a Universidade, sobretudo o ensino da Escola de Ensino Médio, tinha se orientado pelo materialismo dialético, baseado-se na filosofia da natureza e defendiam o fim do regime capitalista. Ante essa situação, Antonio Caso expressou sua convicção de que, o que a Universidade ensinasse deveria ser inteiramente livre em suas orientações.


Houve um par de intervenções para defender sua tese. Igualmente, Vicente Lombardo Toledano interveio em duas ocasiões para apoiar as teses do Congresso. Do Congresso foram à imprensa, onde ambos os maestros debateram, um a favor da pluralidade de opções filosóficas e o outro a favor da unicidade do marxismo como filosofia orientadora.

Gómez Morín elaborou uma ordem sobre a organização jurídica da Universidade, a qual foi aprovada pelo Conselho Universitário. Nesta, ele definiu o significado e o alcance da autonomia e as relações entre a Universidade e o Estado.


1934

O general Lázaro Cárdenas foi nomeado candidato à presidência da República pelo PNR. Empreendeu uma campanha que só teve precedentes nas de Madero e Obregón, mas que as superou em lugares visitados. No dia 1 de Março entrou em vigor o Estatuto da Universidade Nacional do México.


Foi aprovado um sistema de provas de admissão para a seleção de alunos, assim como as bases para a incorporação de escolas particulares. Um legado de 50 mil dólares, do ex embaixador Dwight Morrow, foi aceito pela UNAM. Em Agosto, o reitor Gómez Morín fez declarações em defesa da Autonomia Universitária, as quais foram apoiadas pela comunidade. Em Outubro estourou uma greve na instituição.

O reitor apresentou sua renúncia, que foi recusada, ainda que lhe concedessem uma licença de um mês. Em seu lugar foi nomeado o doutor Enrique O. Aragón como reitor interino. Em 26 de novembro foi designado reitor o médico e historiador Fernando Ocaranza. No âmbito nacional, foi eleito para presidente da República o general Lázaro Cárdenas, para o período de 1934-1940, já que o mandato presidencial tinha aumentado dois anos.

Foi elaborado o Plano Sexenal (6 anos), através do qual seriam regidos os atos do governo. Dito plano instituía a orientação socialista na educação, para o qual foi necessário reformar o artigo 3o da Constituição. Mediante a educação socialista pretendia se ensinar aos educandos um "conceito racional e exato do universo e da vida social".

Foi aberto o Fundo de Cultura Econômica, editora orientada à publicação de obras especializadas em economia. Seu fundador foi Daniel Cosío Villegas.
1935

Surgiram novas polêmicas de Antonio Caso, propiciadas pelo novo texto do artigo 3o constitucional. Haviam começado no final do ano anterior, primeiro, com o professor de Economia Francisco Zamora, sobre o marxismo, e depois novamente com Vicente Lombardo Toledano. Esta teve lugar na imprensa da capital desde Março até o mês de Abril.


No fundo, debatia-se se a educação socialista devia abarcar, inclusive, o ensino universitário. Caso defendia, antes de tudo, a liberdade de cátedra. Autorizou-se a reorganização do plano de estudos da Escola Nacional de Ensino Médio, voltando ao plano de cinco anos original, anterior ao reconhecimento do ensino fundamental.


Mais tarde aprovou-se um ciclo de extensão que substituiria os 3 primeiros anos do Ensino Médio. O Conselho Universitário decidiu suspender as atividades da Universidade em virtude da precariedade orçamentária que sofria a instituição. A sociedade de alunos de Direito interpretou esta ação como um abandono das autoridades federais à Casa de Estudos.

Ao mesmo tempo, o presidente Cárdenas declarou que a Universidade deveria se ajustar ao estabelecido na Constituição e que seria elaborada uma nova Lei Orgânica. Vários professores renunciaram publicamente, ante a ameaça da liberdade de cátedra.
Em 16 de Setembro o reitor Ocaranza renunciou. No seu lugar foi nomeado don Balbino Dávalos, mas este nunca chegou a tomar posse do cargo. A partir do dia 24 de Setembro, o Licenciado Luis Chico Goerne, antigo diretor da Faculdade de Direito, seria o novo reitor. Houve faculdades que mudaram sua denominação pelas das escolas nacionais, como a de Direito, a de Filosofia e Letras, a de Medicina, a de Comércio e Administração e a Escola Superior. 

A Escola de Belas Artes deu lugar a Escolas Nacionais de Arquitetura e de Artes Plásticas. Criou-se o Laboratório de Arte, que depois seria o Instituto de Pesquisas Estéticas. Foi fundado o serviço médico universitário. A Escola Nacional de Economia adquiriu fisionomia própria.

Criou-se o plantel número 3 da Escola Nacional de Ensino Médio. Houve abundantes mudanças de diretores das escolas universitárias. A comissão assessora da reitoria foi autorizada a vender os terrenos onde se pretendia construir a Cidade Universitária e foi aprovada a devolução aos professores, a parte sacrificada dos seus salários com que tinham ajudado a Universidade.
1936

No dia 10 de Abril foi expulso do país o general Plutarco Elías Calles, junto com alguns dos seus mais próximos colaboradores. Com esta ação concluiu-se o maximato. Ao mesmo tempo fortaleceu-se a criação de uma frente popular nacional. Foi organizada a Confederação dos Trabalhadores do México (CTM), cujo secretário geral foi Vicente Lombardo Toledano.


A Universidade aprovou o regulamento de pagamentos para o ano seguinte. A taxa de inscrição era de 10 pesos e as provas extraordinárias custavam 5 pesos. Foi aprovado um novo Estatuto da Universidade, que entrou em vigor em 15 de Julho. Na nova legislação, ficou estabelecida a mudança de Laboratório de Arte para Instituto de Pesquisas Estéticas. Filosofia e Letras voltaram a ser Faculdade e foi acrescentado ao seu nome o de “Estudos Superiores".

A Escola Nacional de Engenheiros mudou para Escola Nacional de Engenharia e a de Direito voltou com a denominação de Jurisprudência. O Departamento de Ciências Físicas e Matemáticas transformou-se em Escola Nacional de Ciências Física e Matemática. Foi criada a Orquestra Sinfônica da Universidade.
1937

No âmbito nacional, estourou um grande número de greves, algumas das quais afetaram a indústria petroleira. No internacional, as brigadas internacionais uniram-se para combater na Espanha a defesa da República. Vários mexicanos formaram parte delas, como David Alfaro Siqueiros e Octavio Paz, entre outros.


O presidente Cárdenas assinou o decreto que estabeleceu o Instituto Politécnico Nacional, que dava opções diferentes à educação superior no México. Houve conflitos no seio da Federação Estudantil Mexicana.

A Rádio Universidade, estação radiofônica que abria canais à cultura nacional, começou a transmitir. Alejandro Gómez Arias foi seu primeiro diretor. Deu-se início os primeiros trabalhos da seção de Pessoal.
1938

A greve na indústria petroleira generalizou-se. A Suprema Corte de Justiça negou o amparo às companhias estrangeiras. Em 18 de Março, o presidente Cárdenas decretou a expropriação da indústria petroleira a favor da nação. Houve grandes manifestações de apoio à medida.


Em Maio o general Saturnino Cedillo rebelou-se em contra do governo, que se preparou a combatê-lo em seu terreno. Entre as manifestações de apoio à expropriação, houve uma que foi liderada pelo reitor Chico Goerne, na frente de uma multidão de universitários.

O PNR transformou-se em Partido da Revolução Mexicana (PRM), o qual se caracterizou pela sua organização coorporativa em quatro setores: rural, operária, popular e militar. Os três primeiros tiveram suas bases nas confederações centrais e de recente criação, como a CTM, a Confederação Nacional Campesina e a Confederação de Organizações Populares.

O Conselho Nacional da Educação Superior propôs a criação de 6 centros universitários em diferentes regiões do país, que estariam encarregados de desenvolver a educação superior do México. O reitor Chico Goerne manifestou-se contra o projeto.
Isto acabou provocando uma nova crise na Universidade levando à renúncia do reitor Chico Goerne. Uma comissão diretora assumiu a autoridade interna, até que foi eleito o reitor Gustavo Baz Prada. Estabeleceu a Casa da Espanha no México, enquanto não concluísse a Guerra Civil Espanhola.

Aprovou-se a criação da Faculdade de Ciências, fusionar-se-ia a esta a Escola de Ciências Físicas e Matemáticas. A Faculdade de Filosofia e Letras e de Estudos Superiores eliminou do seu nome o último. Foram instituídos os institutos de Física, Matemáticas e Geografia. Tudo isso, em consequência do novo Estatuto Geral da Universidade.
1939

Manuel Gómez Morín, ex-reitor da Universidade e antigo funcionário do governo, criador do Banco Nacional de Crédito Agrícola, fundou o Partido Ação Nacional. O PRN indicou o general Manuel Avila Camacho como candidato presidencial, que exercia como secretário da Defesa Nacional.


A agitação política sacudiu o âmbito universitário, mas não chegou a transtornar a instituição. A guerra da Espanha chegou ao fim. Propagou-se no México o exílio de espanhóis, entre os quais contavam com destacados intelectuais que contribuíram para o enriquecimento cultural do nosso país; muitos dos quais buscaram o acolhimento da Universidade.

Houve problemas pela negativa das autoridades de registrar os títulos expedidos pela Universidade Nacional. A Faculdade de Ciências começou seus trabalhos. A Escola Nacional de Medicina Veterinária acrescentou ao seu nome "e Zootecnia". A Gráfica Universitária iniciou seus trabalhos. Apareceram os primeiros volumes da Biblioteca do Estudante Universitário. Criou-se o Instituto Nacional de Antropologia e Historia, sobre as bases do antigo Museu Nacional de Arqueologia, Historia e Etnologia.

 

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