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06/04/2013
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Cronologia Histórica da UNAM Lista Cronológica de Reitores da UNAM
  • Antecedentes

  • 1910

  • 1920

  • 1930

  • 1940

  • 1950

  • 1960

  • 1970

  • 1980

  • 1990

1960

O triunfo da Revolução Cubana. O último dia do ano anterior se projetou como um novo modelo de reivindicação antiimperialista. Seu impacto na América Latina provocou diversas reações. Durante o ano, o governo celebrou o cinqüentenário da Revolução Mexicana e o sesquicentenário da insurgência.


Em 27 de Setembro se nacionalizou a indústria elétrica. O presidente López Mateos começou a desenvolver uma política exterior inovadora em relação à governos anteriores, com maior autonomia, consolidando relações com diferentes nações, através de suas viagens ao exterior ou de convites a governantes estrangeiros a México.

Na UNAM, foi fundado o Centro de Estudos Literários, a Filmoteca da Universidade e o Centro de Saúde. Fundou-se a Escola de ensino Médio número 7, localizada na rua de Guatemala, no centro da Cidade de México.

Termina o reitorado de Carrillo Flores. A sucessão na Universidade provocou certa tensão. O Comitê do Governo designou ao doutor Ignacio Chávez como o novo reitor.
1961

Em 13 de Fevereiro assumiu a reitoria o doutor Ignacio Chávez. Foi nomeado secretário geral o doutor Roberto L. Mantilla Molina. Imediatamente, o calendário escolar aumentou o número de dias de aula.


A Radio Universidade passou a depender da Diretoria Geral de Difusão Cultural. Teatro en Coapa voltou a ganhar o Premio Xavier Villaurrutia por sua apresentação de El Periquillo Sarniento. Entrou em vigor um novo Regulamento Geral de Provas.


Requeria-se de um mínimo de 65 por cento de assistências para aprovar uma prova ordinária e 50 por cento uma extraordinária. Foi decidido aplicar uma prova de admissão para os aspirantes a ingressar à escolas e faculdades, ainda tratando-se de alunos saídos da Escola Nacional de Ensino Médio.

Para este ano, a população estudantil havia aumentado consideravelmente: 66.879 alunos, dos quais 55.426 eram homens e 11.444, mulheres. O primeiro ingresso registrou 22.455 estudantes. Foi estabelecido as bases para o funcionamento das comissões do Conselho Universitário.
1962

A política exterior de López Mateos se consolidava. O presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy visitou o México. Também visitou o país o presidente da Indonésia, Ahmed Sukarno, que tinha se destacado desde a Conferência de Bandung, onde nasceu o chamado Terceiro Mundo.


O Movimento de Liberação Nacional recobrou força. Organização política independente sem fins eleitorais a que pertenciam personagens antigamente ligados o governo, personagens da oposição, e intelectuais destacados.

Cuba foi isolada pela Organização de Estados Americanos. México manteve sua política de relações com a ilha. Em Outubro, houve tensão no sistema mundial. Estados Unidos protestou pela instalação de bases atômicas soviéticas em Cuba.
Foram adquiridos terrenos em Coyoacán, propriedade da fundação Mier y Pesado. Posteriormente se edificariam neles as novas instalações para a Escola de Ensino Médio número 6. Foi aprovado o Regulamento dos pesquisadores ao Serviço da Universidade.

Assim mesmo, foi aprovado o projeto de reformas ao Estatuto Geral da UNAM. Foram criadas a Diretoria Geral Jurídica e a Secretaria de Reitoria. Deu inicio a gestão do reitor para incorporar os trabalhadores da UNAM ao ISSSTE, criado em 1960. Fundou-se a Galeria Universitária Aristos no conjunto do mesmo nome na Avenida Insurgentes. O Clube Universidade passou para a Primeira Divisão do futebol profissional.
1963

Dentro das mudanças administrativas e da criação de novos estabelecimentos universitários, destacaram-se o Centro Universitário de Estudos Cinematográficos (CUEC) e a Seção de Antropologia do Instituto de pesquisas Históricas. Pertenciam a ela antropólogos de grande prestígio internacional como Pedro Bosch Gimpera, Mauricio Swadesh, Paul Kirchoff, Juan Comas, Eduardo Noguera e Santiago Genovés.


Foi lhe designado um espaço no térreo do edifício da Faculdade de Ciências. Fundou-se a Diretoria Geral de Administração, que se juntou, entre outros, ao Departamento de Recursos Humanos. A Diretoria Geral Jurídica se denominou Diretoria Geral de Estudos Jurídicos.

Aprovaram o Estatuto do Trabalhador Docente ao Serviço da UNAM. Em sua visita a México, o presidente da França, Charles de Gaulle, visitou a Universidade e assistiu a uma cerimônia no auditório Justo Sierra. Além do general De Gaulle, também visitaram o país o marechal Josip Broz, Tito, de Yugoslávia, e Rómulo Betancourt, da Venezuela, entre outros.
O ministro do Interior Gustavo Díaz Ordaz foi escolhido pelo PRI como candidato a presidência da República

1964

O reitor estipulou um prazo aos professores da UNAM não titulados para que regularizassem sua situação. O aumento de provas profissionais em carreiras que não tinham essa exigência, como as de Filosofia e Letras, foi impressionante.


O Departamento de Imprensa mudou para Diretoria General de Informação e Imprensa. Na frente deste estava a escritora Rosario Castellanos, também professora da Faculdade de Filosofia e Letras. Criou-se o Departamento de Processamento de Dados.
Foi aprovado o novo plano de estudos da Escola Nacional de Ensino Médio, que daí em frente seria cursado em três anos. O presidente da República inaugurou as instalações dos plantéis 4, 6 e 7 da Escola Nacional de Ensino Médio, em Tacubaya, Coyoacán e La Viga, respectivamente.


O Teatro Universitário obteve o primeiro lugar no Festival Internacional de Teatro comemorado na cidade de Nice, França, com a peça Divinas Palavras de Ramón del Valle Inclán, dirigida por Juan Ibáñez.
Foi formada a primeira associação gremista de professores, denominada Sindicato de Professores da UNAM (SPUNAM), cujo secretário geral era o professor Félix Barra García.

Gustavo Díaz Ordaz tomou posse da presidência em1 de Dezembro. Sua eleição se realizou praticamente sem oposição. O senhor José González Torres foi candidato do PAN
1965

O doutor Ignacio Chávez foi eleito para um quatriênio mais como reitor da UNAM. Aprovaram os regulamentos das divisões de Estudos Superiores das escolas de Ciências Químicas e de Comércio e Administração, que ascenderam à categoria de faculdades.


O doutor Chávez inaugurou os edifícios de dois novos plantéis da Escola Nacional de Ensino Médio, o 8 em Mixcoac e o 9 em Insurgentes Norte. Ficou aprovado o Estatuto de Recursos Humanos Administrativo ao Serviço da UNAM. Concordaram que os professores aposentados não poderiam obter a distinção de eméritos.

A Diretoria Geral de Publicações se separou de Difusão Cultural, enquanto que o Centro de Saúde se transformou em Diretoria de Serviços Médicos. A mediado do ano houve um movimento nacional de greve feita pelos médicos. Os serviços hospitalares foram interrompidos como pressão para que os internos e residentes tivessem melhores condições de trabalho. O movimento foi objeto de uma severa repressão.
1966

Um grupo de estudantes da Faculdade de Direito protestou contra o diretor, César Sepúlveda, por modificar regulamentos internos de provas. O secretário geral, Mantilla Molina, também advogado, apoiou ao diretor Sepúlveda.
O movimento cresceu e começou a receber apoio de estudantes de outras escolas e faculdades, até chegar a promover uma greve na Universidade, a qual, ainda que não se generalizou, sim alcançou seus objetivos. Em 26 de abril, os estudantes invadiram o edifício da Reitoria e, de maneira hostil, obrigaram o reitor a renunciar. O Comitê do Governo não aceitou dita renúncia.


Em apoio ao doutor Ignacio Chávez, um grande número de professores apresentou sua renúncia. Com a Universidade paralisada, em princípios de maio, de sua casa, o reitor Chávez voltou a apresentar sua renúncia. O Comitê do Governo nomeou o engenheiro Javier Barros Sierra para reitor, antigo diretor da Escola de Engenharia e secretário de Obras Públicas no gabinete de Adolfo López Mateos.


O secretário geral da UNAM foi o licenciado em administração pública Fernando Solana. Dos professores que renunciaram o doutor José Gaos, emérito da Faculdade de Filosofia e Letras, manteve sua posição como mostra de solidariedade com o doutor Chávez.


Foram criadas a Comissão de Estudos Administrativos e a Diretoria Geral de Professorado. Na Universidade Michoacana de San Nicolás de Hidalgo, uma confrontação entre a comunidade universitária e o governo local propiciou a renúncia do reitor, doutor Elí de Gortari.

O reitor Barros Sierra pronunciou uma declaração em torno da autonomia da Universidade. Foi aprovado um novo Regulamento Geral de Provas no qual se outorgava o passe automático às escolas e faculdades da Universidade aos alunos da Escola Nacional de Ensino Médio.

Estabeleceu-se uma nova escala de pontos que substituiu a tradicional decimal, para expressar somente se os alunos no aprovassem (NA), obtivessem suficiente (S), Bom (B) ou Muito Bom (MB).
Foi abolida sentença das provas profissionais e de grau, para indicar somente se o aluno era suspendido, aprovado ou se lhe outorgaria menção honorífica. Alguns departamentos ascenderam à categoria de direções gerais: a de Cursos Temporais, a de Serviços Sociais e a de Relações e Intercâmbio Cultural.

Criaram o Centro de Ensino de Línguas Estrangeiras (CELE) e o de Tradutores de Línguas Clássicas. Assim mesmo, se fundou a Oficina de Novos Métodos de Ensino.
1967

Este ano teve 86.805 estudantes registrados na UNAM. Deles, 23.230 eram de primeiro ingresso. Modificaram artigos do Estatuto do Pessoal Docente e do Regulamento dos Pesquisadores ao Serviço da UNAM. Este último passou a categoria de Estatuto.
Foi aprovado o Regulamento Geral de Estudos Superiores da Universidade. Em consequência o Conselho de Doutorado se transformou em Conselho de Estudos de pós-graduação.


Aprovaram novos planos de estudo de maestrias em sociologia, ciência política, administração pública e relações internacionais da Faculdade de Ciências Políticas e Sociais; da de Química, foram aprovadas as maestrias em engenharia química, química nuclear, engenharia química nuclear, farmácia, administração industrial de farmácia e a licenciatura em administração de empresas da Faculdade de Comércio e Administração.

Em Arquitetura aprovou-se a licenciatura em desenho industrial. Novas entidades foram reconhecidas: o Centro de Linguística Hispânica; o Laboratório Nuclear; o Instituto de Pesquisas Bibliográficas, que coordenaria a Biblioteca e a Hemeroteca nacionais; o Instituto de Astronomia, que compreenderia o Observatório Astronômico Nacional; o Departamento de Ciências do Mar e Limologia, dentro do Instituto de Biologia; a Diretoria Geral de Revalidação de Estudos e a Diretoria Geral de Aquisições e Inventários.

O Instituto de Pesquisas Econômicas se separou da Escola Nacional de Economia. O Centro de Estudos Filosóficos se transformou em Instituto de Pesquisas Filosóficas. O Instituto de Estudos Médico-Biológicos tornou-se Instituto de Pesquisas Biomédicas. O Instituto de Direito Comparado se transformou em Instituto de Pesquisas Jurídicas.

A Diretoria Geral de Educação Física converteu-se em Atividades Esportivas. Relações e Intercâmbio Cultural mudou-se para Diretoria Geral de Intercâmbio Acadêmico e Cultural. O Departamento de Recursos Humanos tornou-se Diretoria Geral.

O de Informação e Imprensa transformou-se em Informação e Relações. Serviços Sociais seria a Diretoria Geral de Orientação Vocacional e Serviços Sociais. O Departamento Técnico de Bibliotecas passou a ser a Diretoria Geral de Bibliotecas.
1968

O ano começou com reformas à regulamentação do trabalho administrativo e com o propósito de acordos propensos ao diálogo da Escola Nacional de Ciências Políticas e Sociais para Faculdade.


Em esta, como em outras faculdades, começaram as carreiras curtas que no final não teriam muita aceitação. Entre elas, as de técnico em administração municipal, técnico em turismo e técnico em política de comércio exterior. Arquitetura, por sua parte, instaurou a maestria em urbanismo e em restauração de monumentos. Odontologia fundou suas especialidades em parodoncia e ortodoncia.

Os plantéis das escolas de ensino médio, além dos números que as identificavam, desde 3 de Fevereiro, teriam os nomes de universitários ilustres; 1, Gabino Barreda; 2, Erasmo Castellanos Quinto; 3, Justo Sierra; 4, Vidal Castañeda y Nájera; 5, José Vasconcelos: 6, Antonio Caso; 7, Ezequiel A. Chávez; 8, Miguel E. Schultz, e 9, Pedro de Alba. Foi colocado os deles em cada plantel.

Desde o ano anterior os alunos não aceitos para ingressar na Escola Nacional de Ensino Médio se organizaram sob o teto da Escola de Ensino Médio Popular e se instalaram em salões desocupados da Faculdade de Filosofia e Letras e nas escadas localizadas no fundo do seu edifício. Recebiam aulas de professores voluntários.


Em Fevereiro deste ano o reitor aceitou o nome de escola incorporada à UNAM para a Escola de Ensino Médio Popular, que mais na frente se localizou em imóveis desocupados e de propriedade da UNAM, como o local da antiga Escola de Comércio e Administração em Liverpool, e a Escola de Ciências Químicas, em Tacuba, onde até pouco tempo permaneciam os grupos do primeiro ano das carreiras que se davam em esta, e que se tinham se trasladado à Cidade Universitária.

Em 22 de Julho foi registrado uma briga entre estudantes da Vocacional 2 do IPN e da escola de ensino médio particular Isaac Ochoterena, na Ciudadela. No dia seguinte, em represália, estudantes universitários apedrejaram a Vocacional.
Em 26, una passeata de estudantes que comemoravam a Revolução Cubana se encontrou com outra organizada pela Federação Nacional de Estudantes Técnicos (FNET), que protestavam pela intervenção policial durante a briga entre alunos da Vocacional 2 e os da escola de ensino médio. A manifestação foi reprimida duramente pela policia.

Nos dias seguintes houve enfrentamentos entre policiais e estudantes. No dia 29, a policia e o exército rodearam os plantéis escolares da Escola Nacional de Ensino Médio e a do IPN, sobretudo no centro da cidade. Com um disparo de bazooka destruíram uma porta colonial da Escola Nacional de Ensino Médio 1.

Os plantéis 1, 2, 3, 4 e 5 da ENP foram pelas forças públicas; mais tarde, o 1, o 2 e o 3 foram devolvidos à UNAM. Em 30 de julho, na Cidade Universitária, o reitor Barros Sierra içou a bandeira nacional a meia hasta e as transmissões de Radio UNAM terminaram mais cedo, em sinal de luto. A policia abandonou as instalações da Escola Nacional de Ensino Médio 5.
Em 1 de Agosto o reitor comandou uma manifestação que, desde CU, percorreu a avenida Insurgentes até Félix Cuevas, dobrou por esta até a avenida Coyoacán e voltou pela avenida da Universidade ao ponto de partida, concluindo com uma mensagem do engenheiro Barros Sierra.


O presidente Díaz Ordaz, pronunciou um discurso em Guadalajara e ofereceu sua "mão estendida" a quem quisesse estreitá-la.
No dia seguinte foi formado o Conselho Nacional de Greve (CNH). Em 5 de agosto, uma copiosa manifestação estudantil saiu de Zacatenco até o casco de Santo Tomás. A UNAM informou que todas as escolas e faculdades tinham voltado ao trabalho, exceto Ciências Políticas.  


No o dia 13 de Agosto se realizou a primeira manifestação estudantil no Zócalo, que partiu do Museu Nacional de Antropologia. O movimento estudantil traçou 6 pontos para processo populares, entre eles, a cassação do chefe e subchefe da policia, general Cueto Ramírez e coronel Mendiolea Cerecero, respectivamente, além da anulação do artículo 145 e 145 bis do Código Penal o qual sancionava o delito de ruptura social.

O Conselho Universitário instaurou 8 processos, coincidindo com os dos estudantes. Uniram-se ao movimento dos estudantes o Conservatório Nacional e da Escola Normal Superior. O CNH declarou que a FNET não representava a classe estudantil. Em 22 de agosto o governo declarou que tinha a melhor disposição para dialogar com representantes estudantis.
Professores e estudantes responderam afirmativamente, sempre e quando o diálogo se realizasse na presença da imprensa, da radio e televisão.

No dia 27 una manifestação saiu desde o Museu de Antropologia até o Zócalo, onde os estudantes permaneceram na praça e içaram uma bandeira rubronegra a meia haste, que logo foi arriada. Na madrugada, quem permaneceu aí foi desalojado pela policia.

No dia seguinte houve um ato de reparação à bandeira nacional, em que assistiram trabalhadores ao serviço do Estado. Novo enfrentamento com a policia. Comandos do exército se posicionaram próximo da Cidade Universitária e de Zacatenco. Em 1 de Setembro, o presidente ameaçou com sufocar o movimento estudantil.


No dia 7 houve um motim em Tlatelolco. Dois dias depois, o reitor da UNAM fez um pedido à comunidade para que voltasse a normalidade, sem renunciar a seus fins. Houve uma divisão de opiniões em torno do pedido do reitor. Em 13 de Setembro fizeram a manifestação do silêncio, por todo o caminho do Paseo de la Reforma.


Uniram se a ela grupos populares. Em 18 de setembro o exército ocupou a Cidade Universitária. Houve detidos. Cabe esclarecer que as atividades de pesquisas e administrativas não tinham sido interrompidas, assim como algumas de difusão cultural. Somente a atividade docente permanecia interrompida.


No dia 19 do mesmo mês, o reitor protestou contra a ocupação militar, que durou 12 dias. A Câmara de Deputados, na voz de seu líder Luis Farías, atacou ao reitor Barros Sierra, que apresentou sua renúncia, mas não foi aceita. O Comitê do Governo lhe pediu expressamente que permanecesse na frente da Universidade.


Em 1 de Outubro voltaram os trabalhos de pesquisa, administração e, parcialmente, as de difusão cultural. O CNH decidiu manter a greve escolar. No dia seguinte, 2 de Outubro, houve um novo motim na Plaza de las Tres Culturas de Tlatelolco.
Depois de um sinal luminoso abriram fogo contra o Edifício Chihuahua, onde se pensava que estaria o CNH. Assim mesmo, se disparou contra a multidão, com um saldo de muitos mortos, feridos e detidos. Dias depois, o CNH anunciou que, apesar da repressão, o movimento continuaria. Para então haviam sido detidos muitos dos seus dirigentes.


No dia 12 de Outubro foram inaugurados os XIX Jogos Olímpicos na Cidade Universitária. Este dia foi declarado como feriado. Después do encerramento dos jogos, a atividade universitária tendeu a normalizar-se. O número de detidos, entre estudantes e professores, era considerável.


A greve estudantil terminou oficialmente no dia 4 de Dezembro. O reitor se negou a aceitar um voto de confiança que lhe outorgou o Conselho Universitário em sua sessão de 20 de Dezembro. Foram aprovados os planos de estudo da maestria e do doutorado em biologia, matemáticas, física e geologia, e a maestria em geofísica.


Também foram aprovados os planos das carreiras de pintor, escultor e gravador. O mesmo sucedeu com os cursos de especialização em vias terrestres e engenharia sanitária; de maestria em engenharia com especialidade em controle e potência; de maestria e doutorado em pesquisa de operações, maestria em engenharia física de profundidades e cursos de especialização em desenho e construção de obras de irrigação e drenagem.


Por último, foi aprovado um documento de petição que a Universidade apresentou com o motivo do movimento estudantil.

1969

O reitor conseguiu que a comunidade universitária voltasse à normalidade acadêmica e cultural. Entre as questões aprovadas pelo conselho Universitário destacou a entrega de diplomas ao mérito universitário por 25, 35 e 50 anos de serviço docente e de pesquisa.


Foram reconhecidos os nomes definitivos dos títulos outorgados pela Faculdade de Ciências Políticas e Sociais, assim como o plano de estudos da licenciatura em trabalho social. A Faculdade de Medicina apresentou novos cursos de especialização na sua divisão de estudos superiores: medicina do trabalho, maestria em farmacologia, e especialização em imunologia clínica e alérgica.

Em Arquitetura, aprovaram um curso de especialização em pré-fabricação e industrialização de edifícios. A Diretoria de Serviços Médicos ascendeu a Diretoria Geral e a Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia a categoria de Faculdade.

No informe presidencial de setembro, Gustavo Díaz Ordaz assumiu toda a responsabilidade da sua política em torno ao movimento estudantil-popular do ano anterior. Seguiam detidos os principais líderes do movimento: Luis González de Alba, Gilberto Guevara Niebla, Tomás Cervantes Cabeza de Vaca, Sócrates Campos Lemus, assim como os professores Fausto Trejo, Heberto Castillo, Elí de Gortari e José Revueltas, entre outros.

A sucessão presidencial foi decidida a favor do Ministro do Interior, o licenciado Luis Echeverría Alvarez, que desenvolveria una campanha eleitoral exaustiva.

Novos cursos e programas de pós-graduação foram aprovados pelo Conselho Universitário: a especialização em genética médica, a maestria e doutorado em fisiologia na Faculdade de Medicina e, em bioquímica, na Faculdade de Química, curso de especialização em hidrologia em engenharia.

Em Direito ofereceriam cursos de especialização em ciências penais, finanças públicas, direito social, direito privado, direito constitucional e direito administrativo. Veterinária, por sua parte, apresentou cursos de especialização em zootecnia de aves, maestria em veterinária e doutorado em ciências veterinárias.

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